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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

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O INSS e a Tabela de Contribuição 2013.

O INSS e a Tabela de Contribuição 2013.

Todos os contribuintes da Previdência Social precisam observar o valor correto a recolher para não ter problemas na hora em que necessitarem de um benefício. Quem paga valor a menor do que o mínimo exigido para cada tipo de contribuinte pode ter suas contribuições não registradas ou ter que pagar, com juros e multa, a diferença.

Quem é empregado, inclusive o empregado doméstico, tem os valores retidos pelo empregador e este deve seguir a seguinte tabela para efetuar o cálculo da contribuição a ser descontada do salário dos seus empregados:

- Renda mensal até R$ 1.247,70 retém 8%;

- Renda mensal de R$ 1.247,71 até R$ 2.079,50 retém 9%.

- Renda mensal de R$ 2.079,51 até R$ 4.159,00 retém 11%.

Os contribuintes individuais que optaram pelo plano simplificado de contribuição à Previdência devem recolher 11% do valor do salário-mínimo, ou seja, R$ 74,58 (11% de R$ 678,00).

As donas de casa, que contribuem como facultativas, tem que recolher o percentual de 5% do salário-mínimo, ou seja, R$ 33,90 (5% de 678,00).

Os demais contribuintes individuais devem contribuir com 20%, sendo o valor mínimo de R$ 135,60 (20% de R$ 678,00) até o valor máximo, teto previdenciário, que é R$ 831,80 (20% de R$ 4.159,00). Para qualquer valor situado entre esses dois extremos é só multiplicar o valor do rendimento por 0,2, por exemplo: para R$ 1.000,00 deve pagar R$ 200,00.

O INSS e a tabela de contribuição 2013


A tabela de contribuição muda sempre em janeiro de cada ano, assim o mês de janeiro, que é pago até 15 de fevereiro, deve seguir a nova tabela. A mensalidade de dezembro, que é paga até 15 de janeiro do ano seguinte, deve seguir a tabela normal como os outros meses.

Para saber como se enquadrar nas categorias de dona de casa e contribuinte do plano simplificado veja este artigo: O INSS, os segurados e as formas de contribuição. Veja também: O INSS ecomo preencher a Guia de Previdência Social – GPS.

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10 comentários:

Beatriz Oliveira disse...

olá,minha mãe faleceu em 2008 e não dei entrada na pensão por morte hoje tenho 27 anos porem tenho mais três irmãos sendo uma de 16 anos e os outros dois de 11 anos cada pois os dois são gêmeos e eu gostaria muito de saber se posso dar entrada na pensão por morte agora e se eu puder sera eles recebem os atrasados. Desde já muito obrigado.

Catarino Alves disse...

Beatriz
Sim pode pedir, e se os dois forem menores de 16 anos e 30 dias recebem desde o óbito, limitado aos últimos 5 anos, devido a prescrição.

Ellen Stephany disse...

Meu pai foi assassinado quando eu tinha 6 anos e minha irmã 3, hoje eu tenho 21 e minha irmã 18, minha mãe era casada com ele no papel e tudo. No momento em que morreu se eu não me engano ele não trabalhou com registro na carteira. Hoje eu minha mãe e minha irmã temos uma despesa maior, se minha mãe correr atrás ela consegue receber a pensão por morte ou algo assim? Agradeço desde já.

Catarino Alves disse...

Ellen
Ela pode pedir a qualquer tempo, mas tem que ver se ele era segurado quando do óbito.

Sandrinha . Maria disse...

Ola Dr bom dia gostaria de tirra minhas dúvidas meu marido morreu 07/06/2014 então mpreu acidente de trabalho 11messes ele trabalhava PR esses caras e eles não registrava ele .e quando ele morreu estava com 7anos que ele não contribuía mais com INS eu procurei um advogado mais ate agora nada com essa nova lei estou com vontade de para retira meus papéis eu não tenho mais filho de menor mais tenho um netinho que moram com migo de 3 anos e tenho 41 anos e passo muita dificuldade financeira minha renda não da dependia muito do meu marido alugel e td dispeza desde de já obg

Catarino Alves disse...

Se ele não contribuía não há direito e não tem o que fazer.

Fabrícia Marinho Retroz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Catarino Alves disse...

Fabrícia
Se não conseguiu provar o direito há 10 anos o que mudaria de lá para cá para conseguir provar agora?

Fabrícia Marinho Retroz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Catarino Alves disse...

Fabrícia
Se acredita que tem direito tem que fazer o pedido e ver o que o INSS pede.

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